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From the album of the nowadays views

From the album of the nowadays views photos added by Валер Міцкевіч

Rutkiewicze Górne - village in Kareličy district Hrodna region of the Republic of Belarus. There are the following data for this settlement on the Radzima.net website:
- geographical coordinates and location of village Rutkiewicze Górne on the detailed map of the beginning of the XXth century and modern maps, as well as on satellite images from the Google Maps;Rutkiewicze Górne at map
- administrative-territorial belonging in Poland (1920-1939)in the Republic of Belarus (2017);
- name of the Orthodox parish to which belonged village Rutkiewicze Górne at the beginning of the XXth century
- what years the Metric books about the born, married and dead of this parish have survived;
- The fund number, the inventory, and the address of the Archive in which the metric books are stored;
- name of the Catholic parish to which belonged village Rutkiewicze Górne at the beginning of the XXth century
- what years the Metric books about the born, married and dead of this parish have survived;
- address of the Archive in which the metric books are stored;

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Szanowni Panowie! Piszę z Brazylii w imieniu Fernando Kamieńskiego z miejscowości São Mateus do Sul. Być może jesteście krewnymi.
Poniżej kilka informacji po portugalsku:
Em 10 de agosto de 1990, em Paranaguá, anotei o relato da Tia Vera Kamienski sobre a imigração de sua família para o Brasil. Contou Tia Vera que “Franz Kamienski, avô da mesma, veio ainda criança com seu pai e seu irmão para o Brasil. Eles moravam na Lituânia, numa cidade na divisa com a Rússia. Que certo dia, durante uma reunião com determinados cidadãos poloneses, um dos mesmos disse para o pai de Franz: “foge que os russos vão prender vocês”. Então os russos chegaram e prenderam o pai de Franz durante sete anos acorrentado na Rússia. O Polonês que o avisou, juntou dinheiro neste período e comprou a liberdade dele. Pelo que tinha passado, estava com medo e não queria ficar mais naquelas terras. Então decidiu com a mulher que ele e os dois filhos iriam para o Brasil e ela e a outra filha de nove anos, ficariam para ir depois. Deixaram para trás terras de fazenda, casa, máquinas manuais de tosquiar lã, quinhentas cabeças de carneiros, um saco de dinheiro em prata, um saco de dinheiro em ouro, estes, enterrados no porão da casa. Não tinham parentes naquele lugar. O único que tiveram havia falecido. Então o Bisavô especulou uma maneira de fugir daquela região sem ser descoberto. Descobriu que havia barricas grandes puxadas por dois cavalos que transportava sobra de lavagem de cozinha, que era usada para molhar plantação. Então o bisavô pediu para a pessoa que dirigia a carroça que o ajudasse dando-lhe dinheiro para que os transportassem e não colocasse, naquele dia, a lavagem. Então ele fez buracos nas barricas para poderem respirar durante a fuga. Pediram para que os levassem para a divisa com a Polônia. Chegando lá, ficaram na casa de uma família. No outro dia, foram para a Alemanha de carro, ficando hospedados no porão de uma casa, junto com outras pessoas. Lá, procurou saber através do dono da casa, quando sairia um navio para o Brasil. Essa pessoa falou com o capitão do navio. O capitão autorizou que levassem as bagagens para o navio. Depois foram para o navio e o capitão os hospedou na dispensa. Quando estavam já em alto mar, receberam um telegrama da bisavó dizendo que as perseguições tinham acabado e eles poderiam voltar. Como já estavam perto do território brasileiro não puderam retornar. Quando chegaram no Rio de Janeiro não conseguiram serviço. Foram então para Santos e também não conseguiram serviço. Então disseram ‘ vamos para Santa Catarina que lá tem bastante mato e precisam da gente’, chegando, então, à Joinville. Chegando nesta cidade, já não tinham mais dinheiro. Então o avô da Tia Vera, Franz, sabia fazer o sinal dos maçons e pediram ajuda. Os maçons os ajudaram e eles foram para o Hotel. Como eles queriam trabalhar, os maçons disseram que tinha serviço de bate macadame, para depois começar a se fazer à estrada de ferro. O Franz sabia falar bem o português. Então, o Prefeito do local disse que ele tinha muita educação e que, como sabia falar português, seria o engenheiro da estrada de ferro que passaria pelo mato até a cidade de Mafra. Depois, então, subiu a serra e foi morar em São Bento, onde já moravam duas famílias. Fez, então, uma casa de tábua de madeira, com forração de casca de palmito, daí eles trabalharam. Então, chamou o pai e o irmão que tinham ficado em Joinville para morar com ele. Daí mandaram vir da Lituânia a bisavó e a outra irmã, que tinha ficado com ela. Existe uma história com relação ao nome da família Kamienski. Quando moravam na Lituânia diz-se que o nome era Kamien (pedra); quando fugiram para a Polônia acrescentaram o ski, ficando Kamienski (pedroso). Após a vinda da bisavó e da irmã, passou-se um tempo e o bisavô morreu. O Franz queria casar com uma brasileira, mas elas eram muito franzinas, quando então conheceu Bertha Malschitzky, que também tinha vindo da Alemanha fugindo dos conflitos e foi morar em São Bento. Ela não sabia falar o português, apenas dizia sim e não nesta língua. Casaram-se e a primeira casa que fez foi de madeira partida a machado. Nessa época, por volta de 1878, na Vila Lençol, perto de São Bento, tinham muitos caboclos, eles faziam erva-mate e o Fra
nz não sabia como levá-las para Joinville, pois não tinha carroça, nem burros. Então, comprou os burros e também as cestas onde levaria a erva-mate até Joinville. A esposa de Franz, Bertha Malschitzky, ficava sozinha na casa, e como havia bugres naquela região, eles iam atormentá-la deixando-a com medo. Enfiavam as pontas das flechas nos vãos da madeira com que foi feita a casa. Mais tarde quando fizeram a estrada, o Franz mandou comprar alimentos e roupas (fazendas) e começaram a trabalhar com secos e molhados. Comprou tijolos e fez uma casa melhor (existia a casa na época do relato, não se sabe depois).”

1) O relato fala em Lituânia e não Polônia. Na Lista de passageiros do navio está "Russisch-Polen". Também está escrito que vieram Karol com a esposa e 2 filhos, o que difere do relato.

(See attached file: Lista de passagieros Navio Friedburg.jpg)

2) Não tenho nenhuma evidência de que ele falava português. Também não tenho informação se eram maçons.



3) Também desconheço o tempo que ficou preso e como saiu da prisão. Porém, a família somente veio para o Brasil em 1874.


Naquele arquivo que lhe passei falava que Karol tinha 4 filhos. Consegui, através de um casal de Varsóvia, as certidões de batismo (original em polonês e tradução para inglês) de 3 filhos do Karol (1 menino, 2 meninas. 1 delas não veio para o Brasil). Nos documentos religiosos que localizamos aqui no Brasil achamos o 4º filho, sem referências de como chegou ao Brasil.reply
На 05.2016 г на каталіцкім пахаваньні перад вёскай захаваліся два камяні.
Здравствуйте! Подскажите пожалуйста в какой архив лучше обратиться для получения сведений о моих дедушке и бабушке, который проживали в деревни Рутковичи Горные, гмина сельская Кареличи, Новогрудский повет, Новогрудское воеводство, чтобы подтвердить, что до 1939 года они были гражданами Польши (возможно по спискам избирателей по выборам в Сейм и Сенат Польши, или по спискам призывников).В Гродненский архив информация по данному воеводству не поступала.reply
Dowiedziałem się, że rodzina Kamieńskich już w wieku XVII posiadała dobra Rutkiewicze w powiecie Lida.
Mój pradziad Mieczysław Karol Kamieński herbu Rola walczył
w postaniu styczniowym w latach 1863-1864.
Po upadku powstania musiał z ojczyzny uciekać, a cały majątek
ukazem carskim został skonfiskowany i prawdopodobnie przekazany
księciu Sanguszce.
Podobno majątek Rutkiewicze przed II-ga wojną światową znajdował się w Polsce.
Poszukuję jakichś wiadomości lub dokumentów na temat mojej rodziny.
Z poważaniem
Mieczysław Kamieński
Poszukuję jakichś wiadomości, czy też dokumentów na temat mojej rodziny.
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